Eu não ia sair nesse dia (Sábado). Levei minha prima de 13 anos a um show (Emo por sinal) e depois a deixei em casa. Cheguei era quase um novo dia... (23h50 por aí). Algumas mensagens no meu celular me levaram ao encontro de Bruna. Quando digo algumas, são mais do que 4 e menos que 6. Conheci Bruna o ano passado e o seu bom humor cativa qualquer ser humano. Sendo assim, não poderia recusar um convite de alguém tão especial pra comemorar o aniversário de sua prima: a Cintia. Sinceramente não sei se é assim q escreve o seu nome, pois existem tantas variações pra Cintia que eu resolvi escolher a mais simples.
A luz do local era laranja. Nada que alguns panos levemente vermelhos pendurados no teto não tragam a citada cor. Legal o efeito. Dá um ar de "tô vendo mas não perfeitamente". Mesmo assim a simplicidade de Cintia saltava aos olhos. Sua pele nem tão clara anunciava olhos escuros. Cabelos escuros e presos. Ela não tinha pretensão de ser a mais bonita ou chamativa do local. Embora fosse a comemoração de seu aniversário ela simplesmente parecia qualquer convidado discreto. A firmeza de seu olhar fazia sentido. Ela olhava pra onde queria e com a segurança de saber o q estava fazendo. Posso dizer que, embora somente tenha dito a ela uma palavra e de longe - Parabéns! - nossos olhares não se cruzaram mais do que 3 vezes. E se fossem mais eu também não diria aqui no blog (mentira). Depois de um chopp eu fui embora. Todos foram. E como a minha querida Bruna não me acompanhou até o caixa, pensei q todos já tinham ido embora. Assim não notei que me esperava(m) e fui sem me despedir dela e do pessoal. Ah! Eu estava com dor de cabeça e mesmo assim tentei fazer o meu papel de observador. O papel de quem descreve sorrisos e o que estiver em volta. Pelo menos nesse dia. Se fossem mais chopp's eu até poderia escrever mais sobre Cintia. Mas ela é uma menina magra e bela, que completara 24 anos, e que em nenhum momento em que eu a observava, sorriu mostrando os dentes. Somente vi seu sorriso fechado. Até meio que cansado talvez. Não saberemos. Mas era um sorriso simples, como toda ela era. Lindo. Um dia eu conto sobre o sorriso de Bruna. Hoje, por motivos próprios, só posso falar do sorriso de Cintia...
A luz do local era laranja. Nada que alguns panos levemente vermelhos pendurados no teto não tragam a citada cor. Legal o efeito. Dá um ar de "tô vendo mas não perfeitamente". Mesmo assim a simplicidade de Cintia saltava aos olhos. Sua pele nem tão clara anunciava olhos escuros. Cabelos escuros e presos. Ela não tinha pretensão de ser a mais bonita ou chamativa do local. Embora fosse a comemoração de seu aniversário ela simplesmente parecia qualquer convidado discreto. A firmeza de seu olhar fazia sentido. Ela olhava pra onde queria e com a segurança de saber o q estava fazendo. Posso dizer que, embora somente tenha dito a ela uma palavra e de longe - Parabéns! - nossos olhares não se cruzaram mais do que 3 vezes. E se fossem mais eu também não diria aqui no blog (mentira). Depois de um chopp eu fui embora. Todos foram. E como a minha querida Bruna não me acompanhou até o caixa, pensei q todos já tinham ido embora. Assim não notei que me esperava(m) e fui sem me despedir dela e do pessoal. Ah! Eu estava com dor de cabeça e mesmo assim tentei fazer o meu papel de observador. O papel de quem descreve sorrisos e o que estiver em volta. Pelo menos nesse dia. Se fossem mais chopp's eu até poderia escrever mais sobre Cintia. Mas ela é uma menina magra e bela, que completara 24 anos, e que em nenhum momento em que eu a observava, sorriu mostrando os dentes. Somente vi seu sorriso fechado. Até meio que cansado talvez. Não saberemos. Mas era um sorriso simples, como toda ela era. Lindo. Um dia eu conto sobre o sorriso de Bruna. Hoje, por motivos próprios, só posso falar do sorriso de Cintia...
*********
Uma hora o filho cresce e sai da casa q o acolheu. Isso pode ser um aviso. De qualquer forma eu sempre vou lembrar da Lou...

